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PPG Contabilidade

Publicado: Terça, 12 de Março de 2024, 19h43 | Última atualização em Segunda, 20 de Maio de 2024, 16h17 | Acessos: 5157

Programa de Pós-Graduação em Contabilidade (PPGC)

Mestrado Acadêmico em Contabilidade

Coordenadora: Profa. Dra Lidiane Nazaré da Silva Dias

Vice-Coordenador: Prof. Dr. Paulo Vitor Souza de Souza

 

Missão: Promover o conhecimento contábil para a formação de pesquisadores, docentes e profissionais críticos capazes de responder às demandas da sociedade, em geral, e impulsionar o desenvolvimento da Região Norte, em específico.

Visão: Ser um programa de pós-graduação em contabilidade referência em pesquisa na região Amazônica, integrando a Contabilidade com outras áreas do conhecimento, possibilitando colaboração com organizações interessadas no desenvolvimento econômico, social e ambiental da região.

 

Processo Seletivo

Edital de Credenciamento Docente 

 

Edital de Seleção nº 01/2024 – PPGC/UFPA - Ingresso em 2024

1ª Retificação ao Edital de Seleção nº 01/2024 – PPGC/UFPA (18/03/2024)

Resultado do pedido de isenção de taxa de inscrição

Resultado preliminar das inscrições 

Resultado final das inscrições homologadas

Resultado Preliminar da Fase 1 do processo seletivo de Mestrado

Resultado Final da Fase 1 do processo seletivo de Mestrado

 

Regimento

Resolução nº 5.723/2024 – UFPA, Regimento do Programa de Pós-Graduação em Contabilidade (PPGC/UFPA)

 

Corpo Docente

Dr. Amaury José Rezende 

Dr. Anderson Roberto Pires e Silva

Dr. André Feliciano Lino

Dr. Carlos André Correa de Mattos

Dr. Filipy Furtado Sell

Dr. Francivaldo dos Santos Albuquerque

Dra. Lidiane Nazaré da Silva Dias

Dra. Maisa de Souza Ribeiro

Dra. Marcia Athayde Moreira

Dra. Márcia Jucá Teixeira Diniz

Dr. Nadson Jaime Ferreira Alves

Dr. Paulo Vitor Souza de Souza

 

Área de Concentração

Processo contábil

A pesquisa em contabilidade abrange a natureza, produção, uso e impacto da informação contábil no ambiente público ou privado, com foco em diferentes usuários dessa informação. O processo contábil, seja com foco em usuários internos ou externos, é composto pelo reconhecimento, mensuração e evidenciação de atividades econômicas de determinada organização (Lee & Bedford, 1969; Lopes & Martins, 2005; Menicucci, 2020). Além da sua faceta técnica, esse processo também resulta das interações da organização (e seus membros) com ambiente social, entendido por seus pilares político-econômico-institucionais (Burchell et al., 1980; Xu, Cortese & Zhang, 2018; Lai, Leoni & Stacchezzini, 2019), incluindo o arcabouço legal de um país, as normas supranacionais de contabilidade internacional, as práticas sustentáveis vistas como adequadas e o processo de digitalização em curso (Bhimani & Willcocks, 2014; Quattrone, 2016; Knudsen, 2020).

Nesse contexto, cada vez mais, os estudos em contabilidade têm natureza multidisciplinar, aplicando conhecimentos de áreas não apenas como economia, mas também estudos organizacionais, história, psicologia, tecnologia da informação e sociologia, buscando entender a influência deste ambiente social e tecnológico no processo contábil (Roslender & Dillard, 2003; Jeacle & Carter, 2014; Killian & O’Regan, 2016). Neste contexto, visando atingir o impacto esperados das atividades de pesquisas e desenvolver as organizações no contexto regional, torna-se crucial desenvolver um profundo entendimento do ambiente socioeconômico, ambiental e tecnológico em torno do processo contábil; e das demandas das organizações sob análise (e seus membros) na implementação/execução do processo contábil.

Estes são elementos que fazem parte da expertise do corpo docente e se alinham ao entendimento do processo contábil como algo mais amplo, buscando entender o impacto do ambiente social, ambiental e tecnológico sobre tal processo. Por exemplo, no setor público, há estudos discutindo o uso de sistemas de controle gerencial (Sell, 2020), as características organizacionais e fatores contingenciais que afetam o desempenho (Sell, Beuren & Lavarda, 2020; Sell, Flach & Mattos, 2021), as políticas públicas e o desmatamento na região amazônica (Diniz et al.,, 2018), a transparência de governos, o monitoramento dos recursos públicos (Aquino, Dias, Paula & Costa, 2018; Dias, Aquino, Silva & Albuquerque, 2020; Precinotto, Aquino & Dias, 2022) e a corrupção e ineficiência de governos (Laurinho, Dias & Mattos, 2017). No âmbito privado, as influências do ambiente institucional sobre a qualidade de demonstrações financeiras (Souza, Silva & Macedo, 2018; Salgado & Souza, 2021), bem como influências do ambiente político-econômico em mercados nacionais e internacionais (Souza & Silva, 2020; Souza, Silva & Lima, 2022), a relação entre informações contábeis e a cultura do empreendedorismo (Athayde & Sousa, 2020) e educação empreendedora em contabilidade (Moreira, Alves, Andreassi & Braga, 2020), já vem sendo discutidos. Além disso, pesquisas mostram as demandas de gestão e contabilidade para as associações de agricultura familiar na região Amazônica (Schimith, Alves & Fonseca, 2018). Os impactos da pandemia no processo também merecem destaque, por exemplo, nas estratégias inovadoras de gestão em cooperativas (Albuquerque & Silva, 2021).

Dessa forma, o processo contábil é entendido como o elemento central da contabilidade. O foco no processo contábil propicia o entendimento tanto dos aspectos técnicos quanto das influências do ambiente social nas práticas dessa área do conhecimento (Burchell et al., 1980), possibilitando pesquisas contextualizadas, com maior potencial de impacto e transferência de conhecimento para a sociedade.

 

Linha de Pesquisa

Contabilidade, governo e organizações locais

Em conformidade com a Área de Concentração em Processo Contábil, a linha de pesquisa busca analisar o fenômeno da geração (incluindo seu reconhecimento, mensuração e processos organizacionais) e divulgação (evidenciação) da informação contábil e seu uso por diversos atores da sociedade, dentre eles organizações governamentais e não-governamentais com ou sem fins lucrativos - com ênfase no contexto local.

A contabilidade é entendida, além do seu conteúdo informacional e aspectos técnicos (Zeghal, 1984; Beisland, 2009), como uma linguagem construída pelos atores organizacionais ao interagirem com seu contexto ou ambiente social (Burchell et al., 1980). Assim, a geração e o uso da informação contábil divulgada podem ser influenciados pela motivação destes atores, ou seja, usada desde uma estratégia para fins de maximização racional de benefícios econômicos até como um discurso de legitimação entre pares, por exemplo (Pugliese & Salama, 2008; Killian & O’Regan, 2016). A abrangência da linha abre espaço para atender aos chamados por contribuições teóricas que vão além das estratégias já tradicionais (Major, 2017), promovendo uma perspectiva multiparadigmática visando analisar o fenômeno de forma plural, a fim de obter, além da contribuição científica, maior impacto social e implicações práticas nestas organizações.

Nesta linha, é central que os futuros egressos tenham domínio sobre diferentes abordagens de pesquisa, indo do qualitativo ao quantitativo, para a melhor compreensão dos fenômenos de interesse. Objetos de estudo relacionados com a linha de contabilidade, governo e organizações locais não faltam. Por exemplo, as relações de accountability no impacto de longo prazo de práticas no ambiente amazônico, o papel de governos e os desafios orçamentários em comunidades tradicionais, as práticas de gestão e controle em pequenas empresas e que auxiliam empreendedores e empreendedoras locais.

Nessa perspectiva, há uma necessidade de entender o contexto local de forma mais próxima e indutiva, o que abre espaço para novas abordagens metodológicas ao se analisar o impacto do ambiente social para a organização da contabilidade e a contabilidade dentro destas organizações por meio de métodos qualitativos mais ligados aos paradigmas interpretativista e crítico (Lukka & Modell, 2017; Gendron, 2018; Major & Clegg, 2019). As práticas de sustentabilidade na Amazônia também podem ser um fator crucial para a avaliação de diversos stakeholders sobre a adequabilidade de determinada organização – direcionando, inclusive, o investimento de capital nestas organizações (Flammer, 2013) e, portanto, devem ser transparentes. Ainda, é importante conhecer as características comportamentais de atores organizacionais, especialmente os contadores, o que poderia ser facilitado com o uso de experimentos (Aguiar, 2017)

 

Informações Gerais

Duração do Curso: O programa que tem uma duração máxima de 24 meses.

Informações sobre o curso:

Créditos Disciplinas: 24

Créditos em Dissertação: 8

Outros Créditos: 2

Equivalência hora/aula: 15

 

Disciplinas Ofertadas e Carga Horária

Obrigatórias

1º Semestre:

- Teoria da Contabilidade, 60 horas, 04 créditos

- Métodos Qualitativos Aplicados, 60 horas, 04 créditos

- Desenvolvimento de Pesquisa I, 30 horas, 02 créditos

 

2º Semestre:

- Métodos Quantitativos Aplicados, 60 horas, 04 créditos

- Desenvolvimento de Pesquisa II, 60 horas, 04 créditos

 

Optativas (ofertadas no decorrer dos 4 semestres do curso):

- Contabilidade Aplicada a Organizações da Sociedade Civil, 30 horas, 02 créditos

- Contabilidade dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 30 horas, 02 créditos

- Contabilidade e Sustentabilidade, 30 horas, 02 créditos

- Contabilidade Gerencial em Perspectiva Crítica, 30 horas, 02 créditos

- Contabilidade Societária Avançada, 30 horas, 02 créditos

- Contabilidade, Cultura Organizacional e Gestão Socioambiental Empresarial, 30 horas, 02 créditos

- Contabilidade, Empreendedorismo e Pequenas Empresas, 30 horas, 02 créditos

- Controle Gerencial de Governos, 30 horas, 02 créditos

- Economia Circular no Contexto Amazônico, 30 horas, 02 créditos

- Economia Criativa e Inovação, 30 horas, 02 créditos

- Escrita Científica, 30 horas, 02 créditos

- Fundamentos de Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas, 30 horas, 02 créditos

- Gestão Aplicada a Organizações Locais, 30 horas, 02 créditos

- Gestão Contábil em Sociedades Cooperativas, 30 horas, 02 créditos

- Governança no Setor Público, 30 horas, 02 créditos

- Métodos, Técnicas e Tecnologias de Ensino-Aprendizagem em Contabilidade, 30 horas, 02 créditos

- Pesquisa em Contabilidade Aplicada ao Setor Público, 30 horas, 02 créditos

- Pesquisa Empírica em Contabilidade Financeira, 30 horas, 02 créditos

- Sociedade e Auditoria, 30 horas, 02 créditos

- Sustentabilidade Ambiental, 30 horas, 02 créditos

- Tópicos Especiais, 30 horas, 02 créditos

 

Os discentes deverão cumprir no 1º e 2º semestre do curso os créditos mínimos em disciplinas, no 3º semestre o Exame de Qualificação e até o 4º semestre a Defesa da Dissertação.

Os créditos especiais deverão ser obtidos até data anterior a defesa da dissertação por meio da realização de estágio docente (obrigatório para os discentes bolsistas) e/ou apresentação de pesquisa em congresso científico na área do PPGC e/ou publicação de artigo em revista qualificada na área do PPGC, conforme as regras estabelecidas no Regimento do Programa.

 

 

Referências

Aguiar, A. B. (2017). Pesquisa experimental em contabilidade: propósito, desenho e execução. Advances in Scientific and Applied Accounting, 224-244.

Albuquerque, F. S., & Pires, A. R. (2021). Estratégias inovadoras de gestão em cooperativas antes e pós pandemia do Covid-19. Revista Espaço Acadêmico, 20, 87-95.

Athayde, M., & Sousa, A. L. F. (2020). Tratamento e análise de resíduos da produção de açaí: um estudo sob a ótica da ecoeficiência. Revista Ambiente Contábil, 12(2), 279-297.

Aquino, A. C. B. ; Dias, L. N. S. ; Paula, M. M. & Costa, I. S. (2018). Engagement and persistence for group coproduction in public schools: why and when young individuals participate. In: XXII IRSPM Annual Conference 2018, 2018, Edinburgh. Creating and co-creating value in public service delivery.

Beisland, L. A. (2009). A review of the value relevance literature. The Open Business Journal, 2(1).

Bhimani, A., & Willcocks, L. (2014). Digitisation,‘Big Data’and the transformation of accounting information. Accounting and Business Research, 44(4), 469-490.

Burchell, S., Clubb, C., Hopwood, A., Hughes, J., & Nahapiet, J. (1980). The roles of accounting in organizations and society. Accounting, Organizations and Society, 5(1), 5-27.

Dias, L. N. S., Aquino, A. C. B., Silva, P. B., & Albuquerque, F. S. (2020). Terceirização de portais de transparência fiscal em prefeituras municipais. Revista de Contabilidade e Organizações, 14, e164383-e164383.

Diniz, M. B., Diniz, M. J. T., da Silva, A. B., & Simões, J. E. M. (2018). Dinâmica de curto prazo do desmatamento da Amazônia Legal: análise do papel das políticas públicas no período de 2000 a 2010. Revista de Economia Aplicada, 22(4), 177-206.

Flammer, C. (2013). Corporate social responsibility and shareholder reaction: The environmental awareness of investors. Academy of Management Journal, 56(3), 758-781.

Gendron, Y. (2018). On the elusive nature of critical (accounting) research. Critical Perspectives on Accounting, 50, 1-12.

Jeacle, I., & Carter, C. (2014). Creative spaces in interdisciplinary accounting research. Accounting, Auditing & Accountability Journal. 27(8), 1233-1240.

Knudsen, D. R. (2020). Elusive boundaries, power relations, and knowledge production: A systematic review of the literature on digitalization in accounting. International Journal of Accounting Information Systems, 36, 100441.

Killian, S., & O'Regan, P. (2016). Social accounting and the co-creation of corporate legitimacy. Accounting, Organizations and Society, 50, 1-12.

Lai, A., Leoni, G., & Stacchezzini, R. (2019). Accounting and governance in diverse settings–an introduction. Accounting History, 24(3), 325-337.

Laurinho, Í. S., da Silva Dias, L. N., & de Mattos, C. A. C. (2017). Corrupção e ineficiência em licitações de governos locais e desenvolvimento humano: novas reflexões. Revista de Contabilidade e Organizações, 11(30), 57-70.

Lee, L. C., & Bedford, N. M. (1969). An information theory analysis of the accounting process. The Accounting Review, 44(2), 256-275.

Lopes, A. B., & Martins, E. (2005). Teoria da contabilidade: uma nova abordagem. São Paulo: Atlas.

Lukka, K., & Modell, S. (2017). Interpretive research in accounting: past, present and future. In The Routledge Companion to Qualitative Accounting Research Methods (pp. 36-54). Routledge.

Major, M. J. (2017). O positivismo e a pesquisa ‘alternativa’ em Contabilidade. Revista Contabilidade & Finanças, 28, 173-178.

Major, M. J. M. F. & Clegg, S. (2019). Accouting as Practice. Sociedade, Contabilidade e Gestão, 14(4), 1-11.

Menicucci, E. (2020). Earnings quality: How to define. In Earnings Quality (pp. 1-22). Palgrave Pivot, Cham.

Moreira, M. A., Alves, N. J. F., Andreassi, T. & Braga, J. G. R. (2020). Educação Empreendedora em

Contabilidade: da Teoria à Aprendizagem Experiencial. Revista Catarinense da Ciência Contábil, 19(1), 3.

Precinotto, A., Aquino, A. C. B. D., & Dias, L. N. D. S. (2022). Paradoxos na divulgação de salários de servidores em municípios. Revista de Administração Pública, 56, 191-207.

Pugliese, A. C. F., & Salama, B. M. (2008). A economia da arbitragem: escolha racional e geração de valor. Revista direito GV, 4, 15-27.

Quattrone, P. (2016). Management accounting goes digital: Will the move make it wiser?. Management Accounting Research, 31, 118-122.

Roslender, R., & Dillard, J. F. (2003). Reflections on the interdisciplinary perspectives on accounting project. Critical Perspectives on Accounting, 14(3), 325-351.

Salgado, N. N. B. & Souza, P. V. S. (2021). The Effect of Accounting Timeliness on Earnings Management for Brazilian Companies Listed on B3. Advances in Scientific and Applied Accounting, 14, 39-55.

Schimith, C. D., Alves, J. V. R., & Fonseca, R. C. S. (2018). O desenvolvimento de ações sócio-produtivas em associações de agricultura familiar na região amazônica. Revista de Administração da Universidade Federal de Santa Maria, 11(2), 881-893.

Sell, F. F. (2020). Sistema de Controle Gerencial e as Lógicas Institucionais. (Tese de Doutorado). Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, Florianópolis, SC, Brasil. Recuperado de https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/215993/PPGC0208-T.pdf?sequence=-1&isAllowed=y

Sell, F. F., Beuren, I. M., & Lavarda, C. E. F. (2020). Influência de fatores contingenciais no desempenho municipal: evidências inferenciais. Revista de Contabilidade e Organizações, 14, 164058.

Sell, F. F., Flach, L., & Mattos, L. K. D. (2021). Os pequenos perfumes fazem grandes frascos? Os efeitos do tamanho no desempenho municipal. Revista de Administração Pública, 55, 292-308.

Souza, P. V. S. & SILVA, P. B. (2020). Tone Management of Voluntary Disclosures in Brazilian Public Companies? Press Releases. CONTEXTUS - Revista Contemporânea de Economia e Gestão, 18, 39-51.

Souza, P. V. S., Silva, A. G. A., & Macedo, M. A. S. (2018). Determinantes da perda do prazo de divulgação dos relatórios financeiros das companhias brasileiras de capital aberto. Revista Contemporânea de Contabilidade, 15(37), 52-70.

Souza, P. V. S.; Silva, C. A. T. & Lima, F. G. (2022). Evidence of the Adaptive Market Hypothesis in Shares Traded by B3 Listed Banking Companies. Managerial Finance, 48, 113-125.

Xu, L., Cortese, C., & Zhang, E. (2018). The interplay between accounting professionals and political ideologies: The emergence of Chinese accounting standards from 1978 to 1992. Accounting History, 23(3), 360-378.

Zeghal, D. (1984). Firm size and the informational content of financial statements. Journal of Financial and Quantitative Analysis, 19(3), 299-310.

 

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